Às vezes, a gente se sente despedaçado(a). Como se tivesse quebrado por dentro, sem conserto. Mas Papai é o Oleiro. E nas mãos d’Ele, tudo pode ser refeito — com calma, com graça, com amor.
A cura é um processo. Não acontece de um dia pro outro. E às vezes, dói ser moldado. Dói abrir mão de partes que a gente achava que precisava. Dói quando Ele mexe justo onde a ferida ainda pulsa. Mas é ali que Ele trabalha.
E sabe o que é mais lindo? Papai não nos molda pra sermos perfeitos aos olhos do mundo. Ele nos molda pra refletirmos o Seu amor. Pra sermos vasos cheios de propósito. Cheios d’Ele.