Tem dor que parece que vai durar pra sempre, né? Uma tristeza que a gente aprende a conviver… mas que ainda aperta lá dentro. E aí Papai vem, bem de mansinho, e começa a tocar. Não é mágica, é processo. Mas um dia, você percebe: já consegue falar daquilo sem chorar. Já consegue sorrir de novo. Já consegue adorar, mesmo com a cicatriz.
As cicatrizes da alma são profundas… mas elas também podem ser altar. Lugar onde você lembra: “Foi aqui que doeu. Mas foi aqui também que Papai me encontrou.”
Quando a dor vira louvor, o céu se move. Porque Papai ama quando a gente O adora não só porque tudo está bem, mas porque a gente sabe que Ele esteve com a gente quando tudo parecia desmoronar.