A cultura do medo nos trata como órfãos. Precisamos lutar por aceitação, mendigar por aprovação e viver com medo de sermos abandonados se não nos encaixarmos. O evangelho nos oferece uma realidade completamente diferente: a adoção. Não somos mais escravos do medo; somos filhos amados. Podemos nos aproximar de Deus com a intimidade de uma criança que clama 'Aba, Pai' (uma expressão aramaica afetuosa, como 'Paizinho'). Quando nossa identidade está firmada em sermos filhos de Deus, a busca frenética por afirmação cultural cessa. Já temos a aprovação Daquele que mais importa. Essa segurança nos liberta para viver com coragem.