A vida de aparências é solitária. Requer uma energia constante para manter a máscara, o que nos isola dos outros. A cura para essa solidão é a comunidade autêntica. A igreja não é um lugar para performar, mas para pertencer. É onde somos conhecidos, amados e incentivados. É na comunhão que nossas máscaras podem cair, pois encontramos outros que também estão lutando. É no encorajamento mútuo que encontramos forças para continuar. Abandonar a comunidade é se expor ao perigo do isolamento, onde as mentiras do inimigo e a pressão do mundo se tornam mais altas. Juntos, em comunidade, nos tornamos mais reais e mais fortes.