Quando pensamos em 'outros deuses', nossa mente pode ir para estátuas de ouro ou rituais pagãos. Mas os ídolos mais perigosos de hoje são mais sutis. São o 'deus' do sucesso profissional, o 'deus' da autoimagem, o 'deus' do conforto, o 'deus' do reconhecimento e até o 'deus' da nossa própria felicidade. Qualquer coisa que ocupe o primeiro lugar em nosso coração, que dite nossas decisões e consuma nossos pensamentos mais do que o próprio Deus, tornou-se um ídolo. A confusão espiritual floresce quando nosso trono interior tem múltiplos ocupantes.