O maior truque do inimigo é nos fazer acreditar que ele não existe. Mas a Palavra nos lembra: há um adversário. Ele age no invisível, mas não é onipotente. Ele ruge, mas não governa.
A vigilância não é viver em paranoia, mas com discernimento. É reconhecer que pensamentos, tentações e distrações podem ser setas lançadas para nos afastar da presença de Deus.
Quando permanecemos em Jesus, o inimigo perde força. Somos chamados não a temê-lo, mas a resistir firmes na fé, sabendo que Papai nos guarda.